Neste Ano Novo, a Biblioteca da Escola Secundária Júlio Dantas saúda a toda a comunidade com pequenos pensamentos de gente grande e de todos os tempos... Para pensar e seguir...
«O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência.», Henry Ford
«Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos.», Luís de Camões
«Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.», Albert Einstein
«Ninguém pode voltar no tempo e fazer um novo começo.Mas podemos começar agora e fazer um novo Fim!», Bob Marley
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
LENDA DE SÃO MARTINHO
O porquê do "Verão" de S. Martinho
O porquê do "Verão" de S. Martinho
O dia de S. Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro.
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu.
O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado.
O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada.
Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu.
Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu.
O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado.
O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada.
Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu.
Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.
(imagem:http://www.malhatlantica.pt/netescola/omouro31/cavalo.gif)
QUADRAS
Como é bom comer
Castanhas assadas
E no magusto ver
As meninas coradas
Castanhas assadas
E no magusto ver
As meninas coradas
Na rua está um vendedor
De castanhas assadas
É com esforço e amor
Que faz feliz a rapaziada
De castanhas assadas
É com esforço e amor
Que faz feliz a rapaziada
Todo o dia a apanhar chuva
Coitado do vendedor!
Mas à beira das castanhas
Fica cheio de calor.
Coitado do vendedor!
Mas à beira das castanhas
Fica cheio de calor.
Com o frio a chegar
A natureza está-se a transformar
Os ouriços a abrir
Para as castanhas apanhar.
A natureza está-se a transformar
Os ouriços a abrir
Para as castanhas apanhar.
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou acender
A lareira vou acender
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
OUTUBRO - Mês Internacional das Bibliotecas Escolares
Como estar na escuridão...não saber ler,
É andar pelo Mundo, só e errante,
É como ser cego, apesar de ver,
É ser pobre de espírito... e ignorante.
O Mundo que descobres, se souberes ler,
Nas páginas dos autores, sem ser pedante,
Adquires conhecimento... podes crer,
Como quem abre uma luz para diante...
Não ler, é viver em profunda tristeza,
Mesmo sendo rico, tamanha é a pobreza,
É não ver nada, mesmo estando a olhar...
Ler é voar nas asas da imaginação,
É viajar pelo espaço etéreo... então!
É pois ser, sentir, viver e respirar...
António Santos
É andar pelo Mundo, só e errante,
É como ser cego, apesar de ver,
É ser pobre de espírito... e ignorante.
O Mundo que descobres, se souberes ler,
Nas páginas dos autores, sem ser pedante,
Adquires conhecimento... podes crer,
Como quem abre uma luz para diante...
Não ler, é viver em profunda tristeza,
Mesmo sendo rico, tamanha é a pobreza,
É não ver nada, mesmo estando a olhar...
Ler é voar nas asas da imaginação,
É viajar pelo espaço etéreo... então!
É pois ser, sentir, viver e respirar...
António Santos
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Um bom e feliz Ano Letivo!
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Bertold Brecht
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Bertold Brecht
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Concurso de leitura em voz alta
Vem participar no Concurso Leitura em Voz Alta! Mostra a tua voz, veste outra personagem, vive outra história! Vem ganhar livros para as tuas férias!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Para celebrar a Primavera e os dias bonitos...
CANÇÃO COM GAIVOTAS DE BERMEO
É março ou abril?
É um dia de sol
perto do mar,
é um dia
em que todo o meu sangue
é orvalho e carícia.
De que cor te vestiste?
De madrugada ou limão?
Que nuvens olhas, ou colinas
altas,
enquanto afastas o rosto
das palavras que escrevo
de pé, exigindo
o teu amor?
É um dia de maio?
É um dia em que tropeço
no ar
à procura do azul dos teus olhos,
em que a tua voz
dentro de mim pergunta,
insiste:
Se te fué la melancolia,
amigo mío del alma?
É junho? É setembro?
É um dia
em que estou carregado de ti
ou de frutos,
e tropeço na luz, como um cego,
a procurar-te.
Eugénio de Andrade
É março ou abril?
É um dia de sol
perto do mar,
é um dia
em que todo o meu sangue
é orvalho e carícia.
De que cor te vestiste?
De madrugada ou limão?
Que nuvens olhas, ou colinas
altas,
enquanto afastas o rosto
das palavras que escrevo
de pé, exigindo
o teu amor?
É um dia de maio?
É um dia em que tropeço
no ar
à procura do azul dos teus olhos,
em que a tua voz
dentro de mim pergunta,
insiste:
Se te fué la melancolia,
amigo mío del alma?
É junho? É setembro?
É um dia
em que estou carregado de ti
ou de frutos,
e tropeço na luz, como um cego,
a procurar-te.
Eugénio de Andrade
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