Como estar na escuridão...não saber ler,
É andar pelo Mundo, só e errante,
É como ser cego, apesar de ver,
É ser pobre de espírito... e ignorante.
O Mundo que descobres, se souberes ler,
Nas páginas dos autores, sem ser pedante,
Adquires conhecimento... podes crer,
Como quem abre uma luz para diante...
Não ler, é viver em profunda tristeza,
Mesmo sendo rico, tamanha é a pobreza,
É não ver nada, mesmo estando a olhar...
Ler é voar nas asas da imaginação,
É viajar pelo espaço etéreo... então!
É pois ser, sentir, viver e respirar...
António Santos
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Um bom e feliz Ano Letivo!
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Bertold Brecht
E examinai, sobretudo, o que parece habitual.
Suplicamos expressamente: não aceiteis o que é de hábito como coisa natural, pois em tempo de desordem sangrenta, de confusão organizada, de arbitrariedade consciente, de humanidade desumanizada, nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar.
Bertold Brecht
segunda-feira, 13 de junho de 2011
sexta-feira, 27 de maio de 2011
Concurso de leitura em voz alta
Vem participar no Concurso Leitura em Voz Alta! Mostra a tua voz, veste outra personagem, vive outra história! Vem ganhar livros para as tuas férias!
quarta-feira, 11 de maio de 2011
Para celebrar a Primavera e os dias bonitos...
CANÇÃO COM GAIVOTAS DE BERMEO
É março ou abril?
É um dia de sol
perto do mar,
é um dia
em que todo o meu sangue
é orvalho e carícia.
De que cor te vestiste?
De madrugada ou limão?
Que nuvens olhas, ou colinas
altas,
enquanto afastas o rosto
das palavras que escrevo
de pé, exigindo
o teu amor?
É um dia de maio?
É um dia em que tropeço
no ar
à procura do azul dos teus olhos,
em que a tua voz
dentro de mim pergunta,
insiste:
Se te fué la melancolia,
amigo mío del alma?
É junho? É setembro?
É um dia
em que estou carregado de ti
ou de frutos,
e tropeço na luz, como um cego,
a procurar-te.
Eugénio de Andrade
É março ou abril?
É um dia de sol
perto do mar,
é um dia
em que todo o meu sangue
é orvalho e carícia.
De que cor te vestiste?
De madrugada ou limão?
Que nuvens olhas, ou colinas
altas,
enquanto afastas o rosto
das palavras que escrevo
de pé, exigindo
o teu amor?
É um dia de maio?
É um dia em que tropeço
no ar
à procura do azul dos teus olhos,
em que a tua voz
dentro de mim pergunta,
insiste:
Se te fué la melancolia,
amigo mío del alma?
É junho? É setembro?
É um dia
em que estou carregado de ti
ou de frutos,
e tropeço na luz, como um cego,
a procurar-te.
Eugénio de Andrade
quarta-feira, 30 de março de 2011
Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa
No dia 29 de Março, às 10h 15m na Sala Polivalente, teve lugar uma Conferência sobre Literaturas Africanas de Expressão Portuguesa, dinamizada pela Professora Doutora Inocência Mata, da Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa, para toda a comunidade escolar, em especial para os 10ºs anos dos Cursos Profissionais.
O artista-escritor-contador de histórias Celso Sisto, presenteou-nos com uma história de terror que fez arrepiar os ouvintes e ofereceu um dos seus livros, O Vestido, à biblioteca da escola.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Subscrever:
Mensagens (Atom)

