quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Dia 22 de Outubro de 2012

Uma chave para o passado, presente e futuro!

No Mês das Bibliotecas, a nossa escola AESJD comemorou o Dia Internacional das Bibliotecas com a receção dos alunos do 9º Ano. Todos participaram nas atividades e responderam positivamente ao desafio.

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Sabemos que uma obra de arte exprime sentimentos e emoções do artista e que provoca nas pessoas emoções estéticas."A arte dirá a palavra decisiva e de maior peso. Sem a nova arte não haverá o novo homem." (VIGOTSKI) Vinde assistir à exposição de trabalhos presentes na nossa Escola. Eis algumas sugestões para pensarmos: «Por meio da Arte é possível desenvolver a percepção e a imaginação, apreender a realidade do meio ambiente, desenvolver a capacidade crítica, permitindo ao indivíduo analisar a realidade percebida e desenvolver a criatividade de maneira a mudar a realidade que foi analisada.» (BARBOSA, 2003) «Em realidade, como seria desolador o problema da arte na vida se ela não tivesse outro fim senão o de contagiar muitas pessoas com os sentimentos de uma. Seu significado e seu papel seriam extremamente insignificantes, porque em arte acabaríamos sem ter qualquer outra saída desses limites do sentimento único, exceto a ampliação quantitativa desse sentimento.» (VIGOSTKI, 2001) «As artes fornecem um dos mais potentes sistemas simbólicos das culturas e auxiliam os alunos a criar formas únicas de pensamento. Em contato com as artes e ao realizarem atividades artísticas, os alunos aprendem muito mais do que pretendemos, extrapolam o que poderiam aprender no campo específico das artes. E, como o ser humano é um ser cultural, essa é a razão primeira para a presença das artes na educação escolar.» (FERREIRA, 2001)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Sugestões poéticas para seduzir no Dia dos Namorados...

Amor é fogo que arde sem se ver

Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer;

É um não querer mais que bem querer;
É solitário andar por entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É cuidar que se ganha em se perder;

É querer estar preso por vontade;
É servir a quem vence, o vencedor;
É ter com quem nos mata lealdade.

Mas como causar pode seu favor
Nos corações humanos amizade,
Se tão contrário a si é o mesmo Amor?

Luís de Camões


Pela luz dos olhos teus

Quando a luz dos olhos meus
E a luz dos olhos teus
Resolvem se encontrar
Ai que bom que isso é meu Deus
Que frio que me dá o encontro desse olhar
Mas se a luz dos olhos teus
Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar
Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar
Meu amor, juro por Deus
Que a luz dos olhos meus já não pode esperar
Quero a luz dos olhos meus
Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará
Pela luz dos olhos teus
Eu acho meu amor que só se pode achar
Que a luz dos olhos meus precisa se casar.

Vinícius de Moraes

Não Posso Adiar o Amor Não posso adiar o amor para outro século
não posso
ainda que o grito sufoque na garganta
ainda que o ódio estale e crepite e arda
sob montanhas cinzentas
e montanhas cinzentas

Não posso adiar este abraço
que é uma arma de dois gumes
amor e ódio

Não posso adiar
ainda que a noite pese séculos sobre as costas
e a aurora indecisa demore
não posso adiar para outro século a minha vida
nem o rneu amor
nem o meu grito de libertação

Não posso adiar o coração

António Ramos Rosa

segunda-feira, 23 de janeiro de 2012

Sigam a sugestão...

«A Opereta dos Vadios», de Francisco Moita Flores
Uma farsa política onde o humor e a ironia conduzem o leitor pelos meandros dos partidos políticos num país falido



De repente, o País ficou de sobrolho carregado. Zangado. A bancarrota revolveu os intestinos da política e entregou ao Povo um sarilho cheio de fome. A democracia, com a barriga cheia de teias de aranha, desatou a vomitar vermes. De testa franzida. Fazedores de milagres. Gente que perdeu a virtude do riso. Portugal transformou-se num protectorado alemão e o Zé Francisco, velho anarquista, exilado em Paris, com os seus amigos de sempre, vindos de todos os lados da política decidiram criar um novo partido político, dispostos a ganhar as próximas eleições. Um grupo de vadios intelectuais, sem eira nem beira, olhando desesperados para os sonhos antigos desfeitos em cinzas. E avançam, munidos de armas terríveis. A mais letal de todas elas é a gargalhada. Sem programa político, que é caro e ninguém lê, distribuem arroz PUN, provocam o riso e os vadios riem de si próprios. A democracia dos homens sisudos e sérios, cheia de cangalheiros formatados no mesmo fato de ideias feitas, estremece. A Direita e a Esquerda, ou vice-versa, embasbacam perante este movimento que sacode o país e lhe mata a fome. No meio da desorientação a polícia erra os alvos e os comentadores estrebucham quando são confrontados com um bando de bem dispostos.
É esta A Opereta dos Vadios. Não sei se será assim a política da bancarrota. Mas se for não virá nenhum mal ao mundo por causa de umas valentes gargalhadas. Afinal, mais vale um político que sabe rir do que uma legião de rapazes sisudos, de gravata escura, empenhados em levarem-nos até aos confins da amargura.

segunda-feira, 9 de janeiro de 2012

Feliz Ano Novo 2012

Neste Ano Novo, a Biblioteca da Escola Secundária Júlio Dantas saúda a toda a comunidade com pequenos pensamentos de gente grande e de todos os tempos... Para pensar e seguir...


«O insucesso é apenas uma oportunidade para recomeçar de novo com mais inteligência.», Henry Ford

«Jamais haverá ano novo, se continuar a copiar os erros dos anos velhos.», Luís de Camões

«Quem nunca errou nunca experimentou nada novo.», Albert Einstein

«Ninguém pode voltar no tempo e fazer um novo começo.Mas podemos começar agora e fazer um novo Fim!», Bob Marley

sexta-feira, 11 de novembro de 2011

LENDA DE SÃO MARTINHO
O porquê do "Verão" de S. Martinho


O dia de S. Martinho comemora-se no dia 11 de Novembro.
Diz a lenda que quando um cavaleiro romano andava a fazer a ronda, viu um velho mendigo cheio de fome e frio, porque estava quase nu.
O dia estava chuvoso e frio, e o velhinho estava encharcado.
O cavaleiro, chamado Martinho, era bondoso e gostava de ajudar as pessoas mais pobres. Então, ao ver aquele mendigo, ficou cheio de pena e cortou a sua grossa capa ao meio, com a espada.
Depois deu a metade da capa ao mendigo e partiu.
Passado algum tempo a chuva parou e apareceu no céu um lindo Sol.



(imagem:http://www.malhatlantica.pt/netescola/omouro31/cavalo.gif)



QUADRAS
Como é bom comer
Castanhas assadas
E no magusto ver
As meninas coradas
Na rua está um vendedor
De castanhas assadas
É com esforço e amor
Que faz feliz a rapaziada
Todo o dia a apanhar chuva
Coitado do vendedor!
Mas à beira das castanhas
Fica cheio de calor.
Com o frio a chegar
A natureza está-se a transformar
Os ouriços a abrir
Para as castanhas apanhar.
O S. Martinho está a chegar
A lareira vou acender



segunda-feira, 17 de outubro de 2011

OUTUBRO - Mês Internacional das Bibliotecas Escolares

Como estar na escuridão...não saber ler,

É andar pelo Mundo, só e errante,

É como ser cego, apesar de ver,

É ser pobre de espírito... e ignorante.



O Mundo que descobres, se souberes ler,

Nas páginas dos autores, sem ser pedante,

Adquires conhecimento... podes crer,

Como quem abre uma luz para diante...



Não ler, é viver em profunda tristeza,

Mesmo sendo rico, tamanha é a pobreza,

É não ver nada, mesmo estando a olhar...



Ler é voar nas asas da imaginação,

É viajar pelo espaço etéreo... então!

É pois ser, sentir, viver e respirar...

António Santos